O Iphan no Distrito Federal

O Iphan iniciou, oficialmente, suas ações institucionais em Brasília, em 1960, com implantação de um Distrito Técnico da Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Dphan), do Ministério da Educação e Cultura (Mec). Posteriormente, em 1976, esse Distrito foi transformado na 7ª Diretoria Regional do Dphan - depois denominada 8ª DR - cuja área de abrangência incluía os estados de Goiás, Mato Grosso e o Distrito Federal. Em 1990, a partir de reestruturação implantada no Iphan, essa unidade descentralizada passou a denominar-se 14ª. Superintendência Regional (SR), com jurisdição nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Rondônia, além do Distrito Federal.

Em 1995 - no âmbito do Departamento de Proteção (Deprot) e vinculada diretamente à Presidência do Iphan -, foi criada a Comissão Especial Brasília (Ceb) para gerenciar o conjunto urbanístico tombado. Em 1998, com a extinção dessa Comissão, a gestão preservacionista de Brasília retornou à 14ª. SR. No ano 2000, com a transferência da sede da 14ª SR de Brasília para Goiânia foi criada a Gerência Executiva de Brasília, subordinada ao Deprot para tratar especificamente das ações preservacionistas na capital. 

Por meio do Decreto nº. 4.301, de 12 de julho de 2002, a gestão do conjunto urbanístico de Brasília passou à 15ª. SR do Iphan, criada nessa data para gerenciar a preservação do patrimônio cultural do Distrito Federal.  A denominação Superintendência do Iphan no Distrito Federal decorre da edição do Decreto nº 6.844, de 7 de maio de 2009, que aprovou a atual estrutura regimental deste Instituto, com superintendências de abrangência estadual.

Difusão e promoção - A Superintendência do DF promove eventos - encontros e exposições - com debates de temas significativos para sua atuação, a promoção e difusão do patrimônio cultural local, entre outras iniciativas de apoio e fomento à preservação e salvaguarda desse patrimônio. Nesse contexto, também edita e distribui cartilhas e publicações. Nos últimos anos, foram publicados os livros Projetos para Brasília, 1927- 1957 (2014), Brasília, Cidade que Inventei (2014), O Iphan e o Patrimônio Arqueológico do Planalto Central (2014), Terreiros do Distrito Federal e entorno (2012), Brasília 50 anos (2010), A Invenção da Superquadra (2010), Vale do Amanhecer (2010), Inventário das obras de Athos Bulcão (2010) e Feiras Permanentes de Brasília (2007).

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