Patrimônio Imaterial - DF

Em sua trajetória, Brasília propiciou uma fusão de manifestações populares, aliando correntes migratórias de vários estados do País, que para cá afluíram desde o início da construção da cidade. Assim, expressões culturais oriundas de regiões diversas do Brasil têm representatividade no DF, seguindo tradições e/ou sofrendo reinterpretações e releituras, além daquelas que começam a se firmar como expressões próprias de uma cultura Candanga em formação.

O Distrito Federal possui um diversificado patrimônio abrangendo diferentes categorias de bens culturais de natureza imaterial: as manifestações e expressões da cultura local, as celebrações e lugares. Deste universo, parte dele encontra-se identificada e reconhecida por meio do Registro, entre outras formas de proteção como os inventários.

Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) - O Iphan - DF realizou cinco inventários para o conhecimento e registro do seu Patrimônio Imaterial. São eles: o do Vale do Amanhecer; das Feiras do Distrito Federal; Plataforma Rodoviária e Touring Club; Lugares de Culto de Matrizes Africanas e Afro-Brasileiras no DF e Entorno; e o Mapeamento Documental do Patrimônio Imaterial do Distrito Federal. Esses inventários resultaram nas publicações: Inventário dos Terreiros do DF e Entorno: 1a Fase; Patrimônio Imaterial: Feiras Permanentes do DF; Brasília Mística, Lugares de Culto de Matrizes Africanas e Afro-brasileiras no DF; e Entorno e Vale do Amanhecer. 

Está em andamento o INRC para a salvaguarda do Bumba Meu Boi de Seu Teodoro Freire como Patrimônio Imaterial no Distrito Federal. Outros bens culturais encontram-se nas etapas iniciais do processo de Registro, como o Choro, o Repente e a Literatura de Cordel, todos eles significativos no âmbito do universo cultural de Brasília.

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