Brasil volta a fazer parte do Comitê do Patrimônio Mundial

21ª sessão da Assembleia Geral dos Estados Partes da Convenção do Patrimônio MundialO Brasil volta a fazer parte do Comitê do Patrimônio Mundial. A decisão foi tirada nesta terça-feira, dia 14 de novembro, durante a 21ª sessão da Assembleia Geral dos Estados Partes da Convenção do Patrimônio Mundial, que ocorre em Paris. A delegação brasileira é formada pela presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kátia Bogéa; o professor da Universidade de Brasília (UnB), Braulio Ferreira de Souza Dias; o diretor do Departamento de Articulação e Fomento do Iphan, Marcelo Brito; o diretor de Promoção Internacional do Ministério da Cultura (MinC), Adam Jayme Muniz; e do coordenador para Assuntos Internacionais do Iphan, Leonardo Martins Prudente.

O Brasil foi eleito no primeiro turno, com 136 votos, o que representa o melhor resultado entre os demais países. Também foram eleitos Austrália, Bahrain, Bósnia e Herzegovina, China, Guatemala, Hungria, Quirguistão, Noruega, Espanha, Uganda, São Cristóvão e Nevis. Os países que deixaram o Comitê são: Croácia, Finlândia, Jamaica, Cazaquistão, Líbano Peru, Filipinas, Polônia, Portugal, República da Coreia, Turquia e Vietnã.

O Comitê do Patrimônio  Mundial é responsável pela implementação da Convenção do Património Mundial e, entre outras funções, avalia as candidaturas de bens ao reconhecimento como Patrimônio Mundial da UNESCO, sendo composto por 21 Estados-Membros que são eleitos pela Assembleia Geral dos Estados Partes para um mandato de quatro anos. De acordo com a Convenção do Património Mundial, o Comitê se reúne uma vez por ano para discutir a gestão dos atuais declarados Sítios do Patrimônio Mundial, bem como avaliar candidaturas a esse reconhecimento.  A sessão é realizada anualmente em locais que correspondam aos atuais países que integrem o referido Comitê.

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