Monumentos e Espaços Públicos Tombados - Belém (PA)

Interior do Mercado Francisco Bolonha, conhecido como Mercado de Carne, durante a reforma, finalizada em 2010.
Teatro da Paz - Belém (PA)

 

Igreja de São João Batista, Convento e Igreja de Nossa Senhora do Carmo e Capela da Ordem Terceira, Palácio Velho, Forte do Castelo (Forte do Presépio), Mercado de Carne Francisco Bolonha, Igreja de Santana, Instituto Histórico e Geográfico do Pará, Praça Maranhão e Praça Frei Caetano Brandão, Hospital Militar: prédio (Prédio à Praça Caetano Brandão), Conjunto Arquitetônico e Paisagístico do Ver o Peso e de áreas adjacentes, entre outros.

Mercado do Ver o Peso - A Casa do Ver o Peso foi instituída, no século XVIII, como mesa fiscal, onde eram pagos os impostos dos gêneros trazidos para a sede das capitanias. As canoas se refugiavam na ampla doca aberta por onde desaguava o igarapé do Piri e acredita-se que a casa do Ver o Peso funcionava nas proximidades da Rua da Cadeia, na desembocadura do Largo do Palácio em frente ao canal, entre as atuais ruas 15 de Novembro e João Alfredo. Em 1839, a cidade 

estava abalada pela guerra civil da Cabanagem mas,mesmo em estado precário, o mercado continuava a funcionar no mesmo local, cobrando impostos para a Câmara. Nesse mesmo ano, a casa foi destinada à ribeira de peixe fresco. Em 1847, ocorreu a demolição da casa e construção do Mercado de Peixe e do Mercado de Carne que passaram a integrar a paisagem das docas. 

O Ver o Peso - conhecido, nessa época como Mercado de Ferro - começou a ser construído em 1899 segundo proposta dos engenheiros Bento Miranda e Raymundo Vianna. Com estrutura de ferro trazida da Europa e cobertura principal em telha tipo Marselha, as torres art noveau foram cobertas com escamas de zinco, sistema Vieille-Montagne. Mercado de Carne (Mercado Municipal ou Mercado Bolonha), uma edificação construída pelo engenheiro Francisco Bolonha, em alvenaria, com pátio interno com imponente estrutura metálica. É composto de quatro corpos iguais e autônomos onde se localizam as lojas separadas por duas vias que se cruzam. Dispõe de um pequeno pavilhão e mirante circular.

Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi - As obras de implantação do Parque Zoobotânico foram iniciadas em 1895. Emílio Goeldi, fundador do Museu, planejou tecnicamente as linhas futuras do horto e a construção de gaiolas, tanques e cercados, auxiliado pelo botânico Jacques Huber, que planejou todo o Jardim Botânico. Em 1911, foi inaugurado, na área central, o aquário com amostras de peixes ornamentais amazônicos e espécies de importância econômica e curiosas. O Parque abrigou vários setores, como o jardim zoológico (reunia cerca de 2.500 exemplares de animais diversos da fauna amazônica), a área de piscicultura e, em 1940, era considerado o melhor do Brasil. O Horto das Plantas Medicinais, Viveiro das Aves Aquáticas, Viveiro das Araras, Lago com as vitórias-régias, a antiga gruta da caixa d'água (monumento com forma de arco, em estilo barroco) são outras importantes áreas do Parque. O edifício neoclássico, construído em 1879, além de abrigar o Museu também conserva a área que serviu como residência para Emilio Goeldi e sua família.

Coleção arqueológica e etnográfica do Museu Paraense Emílio Goeldi - A origem do Museu data dos tempos do Império (1866), quando o naturalista mineiro Domingos Soares Ferreira Penna, radicado no Pará, organizou uma associação cultural para recolher e preservar coleções etnográficas e arqueológicas. Contribuiu muito para isso, a estada em Belém do naturalista suíço Luiz Agassi, em fins de 1885. Três anos depois, o suíço Emílio Goeldi assumiu sua direção. A partir de então, o Museu deveria funcionar com as seguintes seções: zoologia, botânica, etnologia - arqueologia, geologia - mineralogia, e biblioteca especializada em assuntos de ciências naturais e antropológicas e de assuntos amazônicos em geral. Em 1896, foi implantado no Parque Zoobotânico um serviço meteorológico.  Atualmente, o Museu ocupa duas áreas na região central da cidade, que totalizam cerca de 65.000 metros quadrados de área verde: em uma área está o Parque Zoobotânico e, na outra, o seu Campus de Pesquisa. As coleções arqueológicas constituem um valioso acervo científico e histórico, reunindo 2.476 peças de cerâmica (completas ou não) e mais de um milhão de fragmentos, enquanto as coleções geológicas reúnem amostras de rochas, minerais e fósseis.

Cemitério de Nossa Senhora da Soledade - A epidemia de febre amarela, em meados do século XIX, tornou necessária a construção de um novo cemitério na cidade de Belém. O antigo, no Largo da Campina, era utilizado apenas por escravos e desvalidos, m enquanto as famílias de melhores condições financeiras continuavam enterrando seus morros nas igrejas (apesar da proibição).  Inaugurado em 1850, o Cemitério de Nossa Senhora da Soledade - com a Capela de Nossa Senhora da Soledade - foi construída pelo capitão Joaquim Vitorino de Sousa Cabral em estilo neoclássico, com gradeamento de ferro importado da Inglaterra. Em 1880, os sepultamentos foram encerrados. Entre os monumentos funerários de maior destaque está o jazigo do general Hilário Maximiliano Antunes Gurjão, construído nas oficinas de Lombardi (Bréscia, Itália) com trabalho de escultura feito pelo professor Allegretti, do Instituto de Belas Artes de Roma.  

Solar do Barão de Guajará (Casa à Praça Pedro II) - Atual Instituto Histórico e Geográfico do Pará. Considerado um dos mais antigos e belos solares da cidade. A construção tem inspiração portuguesa, com três pavimentos, sendo o último em forma de camarinha. O pátio interno demonstra a influência moura na arquitetura ibérica, transferida para a Amazônia. A fachada é revestida de azulejos, com desenhos em formas geométricas nas cores brancas e azuis, provavelmente vindos de Portugal. O interior é requintado, com piso e forro de madeira, a escada para o segundo pavimento possui guarda-corpo com balaustrada e assoalho formando desenhos geométricos. Encontra-se no seu interior a biblioteca do Barão de Guarajá, com estantes de jacarandá artisticamente trabalhadas.

Teatro da Paz - Antigo Teatro Nossa Senhora da Paz. Construído entre 1874 e 1878, com projeto original do engenheiro militar José Tibúrcio de Magalhães. Várias reformas foram feitas, sendo que a de 1904, feita pelo Governador Augusto Montenegro, fez recuar o pórtico, deixando o terraço descoberto e reduzindo as colunas de sete para seis. Infelizmente, estas mudanças alteraram o estilo neoclássico da fachada, tornando-a eclética, com seus ornatos e óculos a comportarem o escudo estadual e os quatro bustos representando a música, a poesia, a tragédia e a comédia. O interior também foi alterado em sua planta e estilisticamente enriquecido. O pano de boca, a alegoria à República, foi pintado em Paris pelo cenógrafo Carpezat, e foi restaurado há alguns anos atrás. O painel do teto, pintado por De Angelins, representa Apolo. O teto do imenso foyer é decorado com motivos regionais. 

Igreja de Santo Alexandre e antigo Colégio dos Jesuítas - Atual Palácio Arquiepiscopal. Erguida em 1616, pela Compainha Missionária Jesuítica que se instalou ao lado do Colégio, fundado no mesmo ano. Essa primeira capela ao lado do Forte do Castelo, de taipa e com um único altar, deu lugar, em 1668, a outra mais consistente, dedicada a São Francisco Xavier e construída por Cristóvão Domingos. Os jesuítas procuraram na floresta amazônica, inspiração para a igreja, onde pássaros e frutos da região, substituem as folhas de acanto, cachos de uva, aves e querubins do paraíso, característicos do barroco. Com nave única, e oito capelas laterais em volta do altar-mor, evidenciando duas fases do barroco - a áurea e a decadente.Apresenta notáveis trabalhos de talha nos púlpitos e altar-mor, destacando-se os coroamentos com numerosos anjos, de autoria do irmão jesuíta João Xavier Traer, além de valioso acervo de imagens. 

Com a expulsão dos jesuítas em 1760, o prédio abrigou a sede do Bispado, sendo a parte baixa reservada ao Seminário Episcopal e os demais compartimentos usados para depósito de armamentos e munições de guerra. No final do século XVIII, a igreja foi entregue à Irmandade do Senhor Santo Cristo do Forte e, mais tarde, à Irmandade da Santa Casa. Em 1963, depois de 10 anos desaparecido, foi reencontrado o lampadário que é um dos dois existentes no Estado do Pará. Essa peça data do século XVIII, confeccionada em prata portuguesa, batida a martelo, que exibe o brasão dos Carmelitas. O Colégio e a Igreja formam um importante testemunho do trabalho dos jesuítas no Pará.

Palacete Pinho (Rua Dr. Assis, 586) - É um dos exemplares mais característicos que marcaram, no fim do século XIX, o ápice econômico proveniente do Ciclo da Borracha. Desde o início da sua ocupação pela família do comendador José de Pinho, responsável por sua construção, foi palco de constantes manifestações culturais. Apresenta uma arquitetura comum em Portugal nos séculos XVII e XVIII, mas rara no Brasil, com influência dos palácios e vilas italianas do século XVI. Possui planta é em "U", com o pátio aberto na frente (uma proposta barroca) e limitado por uma grade como nos similares portugueses.  Na parte mais elevada do prédio (a camarinha) há o revestimento de azulejos e lambrequins.

Palacete Azul (Palácio Antônio Lemos, Casa no Largo do Palácio, 29) -  Atual Prefeitura Municipal de Belém. O projeto é de 1860, de autoria de José da Gama Abreu, em estilo neoclássico tardio, sofreu acréscimos e modificações em 1883 a cargo de Landi. A reforma de 1911, acrescentou revestimentos, móveis e objetos da moda europeia, assinados por mestres como Capranesi, De Angelis e Teodoro Braga. 

Palácio do Governo (Palácio Lauro Sodré) - Atual sede do Governo Estadual. Construído entre 1676 e 1680, em taipa-de-pilão com dois pavimentos, o palácio abrigava os governadores em inspeção à Capitania. Era chamado de "casa de residência".  O Palácio - demolido em 1759 - foi reconstruído com projeto do arquiteto Antônio José Landi, no estilo clássico italiano. No início do século XX, com o advento do Ciclo da Borracha, o então governador Augusto Montenegro reformulou toda a primeira parte do palácio, dando-lhe as características do ecletismo. Essas modificações quebraram completamente a harmonia arquitetônica da edificação. Em 1971, foi restaurado pelo IPHAN e voltou à sua forma original. A capela interna projetada por Landi e localizada no térreo para aproveitar o vazio entre os dois pisos, apresenta retábulo barroco. Dessa capela, saiu a procissão da primeira Festa do Círio de Nazareth, em 08 de setembro de 1797. 

Convento e Igreja de Nossa Senhora das Mercês - Os padres mercedários iniciaram sua fixação na região do Pará, em 1640, construindo um pequeno convento com ermida. A primeira igreja (de taipa coberta de palha) e a segunda (de taipa-de-mão e de pilão) se conservaram por mais de 100 anos. No século XVIII, foi iniciada a construção do templo atual, em alvenaria de pedra, concluído em 1777. Projetado pelo arquiteto italiano Antônio José Landi, é uma das poucas igrejas brasileiras com fachada convexa e frontão de linhas onduladas. Em 1794, os mercedários foram expulsos da Província e as dependências do Convento passaram a abrigar a sede da Alfândega. Foi intensamente utilizado durante a revolta da Cabanagem em 1835, tendo ali funcionado posteriormente, o Trem de Guerra e o Quartel de Milícia, além do Arsenal de Guerra, a Recebedoria Provincial, os Correios, o Corpo de Artilharia e o Batalhão de Caçadores. Abandonada durante muitos anos, durante o século XIX, muitas de suas obras foram danificadas ou roubadas. Após a restauração, em 1913, a Igreja foi reaberta. 

Igreja da Sé (Catedral Metropolitana, Catedral de Belém) -  A primeira capela foi construída em 1616, no antigo Forte do Presépio, por Francisco Caldeira Castelo Branco, sendo depois transferida para o local atual. Permaneceu como capela até 1719, quando foi elevada à categoria de Sé. Em 1748, quando o barroco ainda predominava na península ibérica, de onde as influências vinham diretamente para o Estado do Grão-Pará, iniciou-se a construção da atual catedral, prosseguindo a obra até 1755, sendo concluída até o arco-cruzeiro. O restante foi entregue a Landi, que deu continuidade a partir da cornija, e por volta de 1774, o templo estava praticamente pronto. O plano geral não pode ser atribuído à Landi, a imponência neoclássica da fachada superior sim. A antiga Sé de Belém do Pará, possuiu até fins do século XIX, um altar-mor de madeira, risco de Landi, em estilo barroco simples (ou barroco-rococó), e cujo retábulo emoldurava uma tela de N. Sra. da Graça, do pintor Alexandrino de Carvalho. Com a promessa de tornar a Igreja da Sé uma bela catedral, o bispo do Pará, Dom Antônio de Macedo Costa, realizou inúmeras reformas no seu interior. 

O novo altar-mor, de mármore e alabastro, veio de Roma como oferta do Papa Pio IX, e foi esculpido por Leca Caprini, em estilo neoclássico. Os altares laterais expõem telas do pintor Domenico de Angelins onde, originalmente, existiam telas do pintor Alexandrino de Carvalho. As capelas estão sob a invocação de Nossa Sra. da Graça e do Santíssimo Sacramento e seus altares acompanham o mármore e o neoclássico do altar-mor. Os remanescentes púlpitos de madeira do arquiteto  Landi destoam do estilo da igreja, pois apresentam elementos semelhantes aos das catedrais da idade Média e influência italiana, com uma composição de relevo quase ao modo manuelino, sendo rodeados de imagens com douramente discreto. As portas das sacristias, do Bispo e do Cabido, são em talha com decoração barroca. Na parede da ante-sala da sacristia do Bispo está a imagem, em talha barroca, de Nossa Sra. de Belém. 

Engenho do Murucutu: ruínas e Capela de Nossa Senhora da Conceição - O engenho foi construído no decorrer do século XVIII, por João Manuel Rodrigues. Considerado um dos melhores e mais bem equipados engenhos do Pará, produtor de açúcar e cachaça. A capela foi construída em 1711, pelos frades mercedários, e restaurada na segunda metade do século XVIII pelo arquiteto Landi. Em 1840, o inventário realizado constatou que o engenho possuía uma casa de vivenda, capela, casa de engenho, rancho de pretos, roda d'água, moendas de ferro, alambique de cobre, serpentinas, tacho de ferro, batelões e canoas. Com o tempo, o prestigio e as tradições relacionadas ao “senhor de engenho" foi se perdendo e o Engenho Murucutu acabou abandonado. Atualmente, restam apenas indícios dos alicerces, pilares e paredes da casa grande, em um emaranhado de apuizeiros. Apenas a capela, em estilo neoclássico se mantém de pé.

Avenida Governador José Malcher e Travessa Rui Barbosa: conjunto arquitetônico - Conjunto de edificações com vocabulário neoclássico acrescido de algumas particularidades de gosto luso-brasileiro com o azulejamento das fachadas, característico da linguagem oitocentista nacional.

Avenida Nazareth: conjunto arquitetônico -  O Bairro de Nazaré começou a ser ocupado em 1774, com a construção de uma capela em devoção à Nossa Sra. de Nazaré, originando a mais importante manifestação religiosa do Estado do Pará: o Círio de Nazaré. Inicialmente, a região foi ocupada pela população pobre, mais tarde foi invadida pela elite que fugia da confusão urbana. Foram construídas amplas e sólidas residências de caráter rural. Na primeira metade do século XIX, o bairro teve arruamento, o que contribuiu para sua urbanização. Na segunda metade do século XIX, foram instalados os bondes de tração animal e Nazaré se viu ainda mais integrada ao contexto urbano. Os imóveis começaram a ser valorizados a partir da prosperidade atingida pelo Ciclo da Borracha e surgem então, edificações mais aristocráticas, as chamadas "rocinhas".  Exemplos de “rocinhas” são Palacete do Barão de Guamá (adquirido em 1879, por Francisco Acácio Corrêa, era uma "rocinha" como todas as outras casas localizadas por toda aquela estrada, possuindo as características de moradia suburbana da época) e o Solar do Barão de Japuri (residência rural da segunda metade do século XIX, um exemplar único da arquitetura neoclássica, era propriedade do Colégio Nossa Sra. de Nazaré propriedade dos Irmãos Maristas).

Igreja de Nossa Senhora do Rosário (Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos) - Sua construção data da segunda metade do século XVII. Inicialmente, uma pequena ermida, erguida pelo esforço dos escravos e pretos, em devoção a Nossa Senhora do Rosário. Em 1725 foi demolida, devido a seu precário estado, e reconstruída no mesmo ano, com dimensões idênticas, a partir de projeto do arquiteto José Landi. A igreja merece destaque entre os edifícios do Brasil-Colônia, principalmente por ainda conservar, na fachada da rua Aristides Lobo, as janelas com rótulas de urupêma, que segundo consta eram raras no Pará e demonstram a influência árabe nos costumes portugueses. Observa-se, também, o piso de lageotas vermelhas dos corredores laterais, uma reminiscência do tempo das ermidas. A edificação integra o patrimônio das duas irmandades (de Nossa Senhora do Rosário e de São Benedito), com seus ricos castiçais, lanternas de prata maciça, uma preciosa tela que representa a Virgem Maria no batistério, e documentos manuscritos dessas confrarias. 

Igreja de Santana (Igreja de Nossa Senhora de Santana) - Erguida em 1727, a pequena paróquia de Campina, era a segunda paróquia de Belém na época colonial. Em 1761, foi iniciada a construção da atual Igreja de Santana, com projeto de Landi. Apresentando características neoclássicas e abóbada em ogiva, encimada por lanterna redonda coroada por cúpula e cruz, raridades nas igrejas brasileiras. Destacam-se a nave em cruz (indicando um compromisso entre a cruz grega e a cruz latina), o teto abobadado com pintura floral, com as paredes dos altares e da capela-mor revestidas de mármore. A igreja possui, ainda, precioso acervo, além de uma imagem de São Pedro, réplica da existente em Roma. Apesar das alterações feitas no século XIX, a igreja ainda é uma referência da época de sua construção.

*Belle Époque é o nome dado a uma época de mudanças culturais e artísticas registradas na história da França, entre o final do século XIX e o início da 1ª Guerra Mundial, em 1914.

Fontes: Arquivo Noronha Santos/Iphan e IBGE

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