O Iphan no Piauí

A ação do Iphan no Piauí foi iniciada na década de 1930, quando ocorreu o tombamento de monumentos nas cidades de Oeiras (1939) e Piracuruca (1940). Na reestruturação do Iphan, em 2004, a gestão do patrimônio cultural no Estado foi administrativamente separada do Ceará, constituindo a 19ª Superintendência Regional (Portaria nº 209, de 28 de maio de 2004). Posteriormente, houve a transformação da Regional na atual Superintendência do Iphan no Estado do Piauí. Essa reestruturação aumentou a capilaridade e a presença do Instituto no território nacional. 

Conjuntos urbanísticos, sítios arqueológicos e paleontológicos, bens móveis e imóveis, festas, ofícios, celebrações e tantos outros bens culturais mostram a diversidade do patrimônio existente no Estado e representam sua história e riqueza cultural. É no Piauí que está o registro mais antigo da presença do homem na América do Sul, preservado no Parque Nacional Serra da Capivara - declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO (1991) e tombado pelo Iphan (1993). 

A Superintendência tem promovido a identificação e o reconhecimento de bens culturais, em parceria com diversos segmentos da sociedade, instituições públicas e privadas, e órgãos dos poderes judiciário, executivo e legislativo locais. Desta forma, o Iphan trabalha na construção e implementação de políticas de identificação, preservação e promoção deste patrimônio. São desenvolvidas, ainda, atividades de Educação Patrimonial e divulgação das políticas de preservação visando a apropriação dos bens culturais pela população, o que contribui para a reafirmação de sua identidade, melhoria da qualidade de vida e desenvolvimento social de diferentes localidades.

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