Publicações

  • Patrimônio e Leitura: Catálogo Comentado de Literatura Infantojuvenil - 3

    Autor: Maria Beatriz Rezende Edição: 2012 Páginas: 48

    Publicação: Iphan

    Mescla narrativas variadas, com propostas poéticas ou de cunho mais informativo, com ênfase na linguagem da imagem ou texto, sempre com o objetivo de enriquecer os recursos para a aproximação das obras com os temas do patrimônio cultural. Neste número, as narrativas possibilitam o contato com manifestações culturais formadoras da nossa sociedade, como o samba, a capoeira, o futebol, os folguedos; os brincantes; a criação de lendas; a língua como um modo de conceber o mundo, suas variedades regionais e transformação, ao longo do tempo.

  • Educação Patrimonial no Programa Mais Educação - Manual de Aplicação

    Autor: Iphan Edição: 2013 Páginas: 85

    Publicação: Iphan

    As orientações para elaboração do inventário do patrimônio cultural, uma forma de pesquisar, coletar e organizar informações sobre algo que se quer conhecer melhor estão reunidas em mais uma publicação sobre Educação Patrimonial. Nesta atividade, é necessário um olhar ao redor dos espaços da vida, inclusive os que podem estar junto à escola, buscando identificar as referências culturais que formam o patrimônio cultural do local.

  • Vol. 3 - Programa de Especialização em Patrimônio. Artigos (2005 e 2006)

    Autor: Copedoc/DAF/IPHAN Edição: 2008 Páginas: 208

    Publicação: Iphan

    O terceiro volume da Série Patrimônio: Práticas e Reflexões retoma a publicação de trabalhos do Programa de Especialização em Patrimônio do Iphan, trazendo uma nova coletânea de artigos das turmas de 2005 e 2006. Partindo de demandas da própria instituição, os trabalhos trazem o olhar de bolsistas de diferentes áreas de formação – Antropologia, Arquitetura, Arte-Educação, ciências sociais, direito, história e museologia –, a partir de seus locais de inserção e atuação no Iphan, onde puderam compartilhar da prática institucional e refletir sobre a diversidade de questões e perspectivas que envolvem a preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro.

  • Dossiê 3 - Ofício das Paneleiras de Goiabeiras

    Autor: DPI/Iphan Edição: 2006 Páginas: 70

    Publicação: Iphan

    O saber envolvido na fabricação artesanal de panelas de barro foi registrado como Patrimônio Imaterial no Livro dos Saberes em 2002. O processo de produção no bairro Goiabeiras Velha, em Vitória (ES), emprega técnicas tradicionais e matérias-primas provenientes do meio natural. A panela de barro, fruto de um conjunto de saberes, constitui suporte indispensável para o preparo da típica moqueca capixaba.

  • Muito além dos Campos: Arqueologia e História na Amazônia Marajoara - 1ª Edição

    Autor: Denise Pahl Schaan e Cristiane Pires Martins Edição: 2010 Páginas: 103

    Publicação: Iphan

    Trata-se de uma iniciativa de divulgação da diversidade e riqueza patrimonial existente no Estado de Alagoas, cujas manifestações materiais estão distribuídas por todo o seu território e se reportam a diferentes períodos cronológicos, os quais contribuíram para a formação identitária, em âmbito regional, da Sociedade Alagoana Contemporânea e para a história evolutiva da vida neste pedaço de chão do Nordeste Brasileiro. Mostra que a História Humana em Alagoas é anterior à chegada do europeu ao Brasil em 1500, e que grupos indígenas pré-coloniais estavam estabelecidos aqui e interagiam intensamente com o ambiente, modificando-o e adaptando-o conforme suas necessidades e interesses; e a diversidade de fósseis de animais e de outros elementos da pré-história brasileira.

  • Convento Franciscano de Marechal Deodoro - Santa Maria Madalena

    Autor: Ana Cláudia Magalhães, Josemary Ferrare e Maria Angélica da silva Edição: 2012 Páginas: 340

    Publicação: Iphan/Programa Monumenta

    O livro trata da construção do Convento Franciscano de Marechal Deodoro e sua trajetória ao longo de 350 anos de existência. Apresenta, minuciosamente, todo o processo de recuperação do Convento Franciscano de Alagoas, um projeto patrocinado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Petrobras, Iphan e Telemar executado por cerca de cem profissionais - entre especialistas em restauro, arquitetos, engenheiros, historiadores, pedreiros, marceneiros, pintores e muitos outros profissionais. 

  • N.4 - Educação Patrimonial e cultura digital: uma proposta em extensão universitária

    Autor: Luciana Chianca, Marinalda Pereira de Araújo, Patricia de Araújo Leandro, Mohana Ellen Brito Rodrigues de Morais, Jessyca Marins e Aldenise Batista Silva Edição: 2014 Páginas: 23

       

  • Vol. 3 - As Missões da UNESCO no Brasil: Michel Parent

    Autor: Rejane Maria Lobo Vieira Edição: 2008 Páginas: 344

    Organização e texto: Claudia Feirabend Baeta Leal
    Publicação: Iphan

    A publicação do relatório de Michel Parent (1967) integra o projeto de difusão de estudos sobre as missões da Unesco no Brasil, iniciadas na década de 1960. A missão de Parent inaugura, em certos aspectos, as relações de cooperação da Unesco com o Brasil, que se tornou referência para as missões posteriores. O estudo do seu relatório permite conhecer a inserção brasileira no sistema internacional de patrimônio liderado pela Unesco. Esse trabalho de pesquisa e a publicação fac-similar e da tradução do relatório, expõe e discute o foco das reflexões no momento da visita de Parent, e enfatiza o tema do turismo que é visto como alternativa para o desenvolvimento das cidades históricas protegidas como patrimônio cultural.

  • A Importância da Arquitetura Pré-histórica e Indígena como Referência em um Processo Integrado de Resgate

    Autor: Maria Lúcia Franco Pardi Edição: 1a. Páginas: 8

     

     

     

  • Roteiro dos acampamentos pioneiros no Distrito Federal

    Autor: Iphan Edição: 2016 Páginas: 53

    O sonho da criação de Brasília e da interiorização da capital principia no século xviii quando o governo português cogita a sua transferência para o interior do Brasil. Em 1750 o cartógrafo genovês Francisco Tossi Colombina elaborou a chamada Carta de Goiás, sugerindo a mudança da capital do Brasil para essa região, antes mesmo da transferência da capital de Salvador para o Rio de Janeiro, ocorrida em 1763. A partir da promulgação da primeira constituição da república em 1892 o então presidente Floriano Peixoto designou uma comissão de cientistas liderada pelo astrônomo e geógrafo belga Louis Ferdinand Cruls com o objetivo de explorar e demarcar uma área no Planalto Central destinada a acolher o futuro Distrito Federal.

Registros encontrados: 405

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