Publicações

  • Pedro e a pedra: uma aventura arqueológica no Ceará

    Autor: Getúlio Alípio Xavier de Jesus Santos Edição: 1a Páginas: 80

    O livro “Pedro e a Pedra” relata uma aventura de duas crianças no mundo da arqueologia. Uma pedra guardada em casa possui um segredo que será revelado no decorrer do texto, ao descobrir a origem e o significado de tal pedra há uma compreensão de um passado desconhecido e encantador. O texto apresenta noções básicas de arqueologia para crianças em linguagem simples e didática e as ilustrações se caracterizam pelo uso do recorte, da colagem e da pintura, técnica próximas ao universo infantil permitindo uma identificação com o leitor.

  • O canto das garças me contou

    Autor: Aline Silva Lima e Patrícia Pereira Xavier (organização) Edição: 1a Páginas: 122

    O livro O Canto das Garças me Contou é parte dos esforços do IPHAN em divulgar o patrimônio cultural de um dos municípios cearenses, Acaraú, para os jovens e professores da rede pública. Nele há narrativas contadas pelos moradores locais, retratando muitas histórias e memórias coletadas em entrevistas e rodas de conversa, valorizando a cultura material e imaterial, do sertão ao litoral.

  • O canto das garças me contou: manual do professor

    Autor: Aline Silva Lima e Patrícia Pereira Xavier (organização) Edição: 1a Páginas: 42

    O livro O Canto das Garças me Contou é parte dos esforços do IPHAN em divulgar o patrimônio cultural de um dos municípios cearenses, Acaraú, para os jovens e professores da rede pública. Nele há narrativas contadas pelos moradores locais, retratando muitas histórias e memórias coletadas em entrevistas e rodas de conversa, valorizando a cultura material e imaterial, do sertão ao litoral. No manual do professor, há propostas de atividades para os educadores desenvolverem a interpretação dos textos de forma lúdica, valorizando o patrimônio cultural de ontem e hoje daquela região, ajudando na preservação desse patrimônio para futuras gerações.

  • A invenção da Superquadra

    Autor: Marcílio Mendes Ferreira; Matheus Gorovitz Edição: 2ª edição Páginas: 557

    Em breve, publicação disponível.

  • Mamulengos do distrito Federal: patrimônio Cultural do Brasil

    Autor: Maria Vilar (organização) Edição: 2020 Páginas: 43

    O Catálogo do Mamulengo do Distrito Federal reúne histórias, enredos e trajetórias dos bonequeiros locais, bem como de outros artistas que colaboram na construção dessa arte registrada como bem imaterial brasileiro. O material foi construído pelos próprios bonequeiros e bonequeiras, desde o texto de cada um dos brincantes, passando pelo projeto gráfico, até a organização do conteúdo, com colaboração técnica do Iphan.

  • Caminhos de Natal

    Autor: Jeanne Fonseca Leite Nesi Edição: 2ª Páginas: 123

    Disponível em breve. A segunda edição revisada do livro “Caminhos de Natal”, corresponde a uma das metas do Plano de Ação do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, através da Superintendência do Rio Grande do Norte, no ano de 2019. Sempre visando a preservação da memória cultural de Natal, este livro coloca-se como mais um instrumento de valorização da história local, particularmente do resgate da cultura natalense.

  • Capoeirices de Zantoin

    Autor: Igor de Menezes Soares Edição: 2019 Páginas: 68

    A capoeira é uma manifestação cultural que nos remete à presença africana no Brasil; ao longo do tempo se tornou símbolo da resistência negra em nosso país. Dessa forma, o livro Capoeirices de Zantoin é uma narrativa que se propõe a falar um pouco sobre as rodas e sobre o ofício dos mestres de capoeira no Brasil, bens culturais considerados patrimônios culturais do país pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O livro também se propõe a abordar o racismo e principalmente a luta cotidiana a fim de se construir uma sociedade capaz de confrontar tal grave problema.

  • Plano de Salvaguarda do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste – Mamulengo, Babau, Cassimiro Coco e João Redondo – no Distrito Federal

    Autor: Organização : Ana Carolina Lessa Dantas e Vinicius Prado Januzzi Edição: 2020 Páginas: 42

    O Plano de Salvaguarda do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste - Mamulengo, Babau, Cassimiro Coco e João Redondo - no Distrito Federal é resultante de mais de 10 meses de trabalho entre técnicos do Iphan e todos os 13 grupos brincantes do DF. A publicação traz as ações pensadas pelos bonequeiros e pelas bonequeiras como fundamentais para a salvaguarda de seu bem cultural, com descrição de objetivos, metodologia, parceiros e prazos de cumprimento.

  • Ponte Internacional Barão de Mauá : dossiê de candidatura: Patrimônio Cultural do Mercosul

    Autor: Iphan Edição: 2015 Páginas: 116

    A Ponte Internacional Barão de Mauá é uma grande obra de infraestrutura viária, construída sobre o Rio Jaguarão, entre 1927 e 1930, para ligar as cidades de Jaguarão, no Brasil, e Rio Branco, no Uruguai. Primeira obra erguida entre os países da região, objetivava aproximá-los política, econômica e culturalmente. Com esta candidatura, nossos países empreendem o desafio de desenvolver uma gestão comum do bem, transcendendo as lógicas específicas nacionais e enriquecendo-se mutuamente, graças aos aprendizados adquiridos no processo. Esse caminho tem como fundamento a intenção compartilhada entre as instituições em entender o Patrimônio Cultural como uma ferramenta para a inclusão social e como motor para o desenvolvimento territorial.

  • Conjunto Moderno da Pampulha: dossiê de candidatura: Patrimônio Cultural da Humanidade

    Autor: Iphan Edição: 2014 Páginas: 478

    Concebido a partir de uma demanda do poder público, em 1940, como um conjunto de edifícios em torno de um lago urbano artificial com a função de polo de lazer e cultura, habitação em novos padrões de “cidade jardim” e vetor de crescimento da cidade, o Conjunto Moderno da Pampulha (Belo Horizonte, Brasil) apresenta um importante capítulo da história mundial da arquitetura moderna. Representou e representa ainda uma nova síntese, nas Américas, dos preceitos da nova arquitetura e das novas formas de viver anunciadas a partir das primeiras décadas do século XX. Simboliza, em sua materialidade, a interação universal que resultou em apropriações particulares de um diálogo intercultural, mesclando tradições e valores locais a tendências universais e, em retorno, influenciando e modificando mundialmente o rumo dessas tendências. Historicamente inserida em um momento onde as jovens nações americanas buscavam a construção de suas identidades, o Conjunto é a resposta brasileira às discussões internacionais então em curso. Através da força do Conjunto propiciada pelas formas de seus edifícios e da relação estabelecida entre eles e destes com a paisagem, inaugura uma linguagem arquitetônica própria baseada na liberdade formal, colagem de referências de várias fontes, utilização de valores e natureza locais, além da reação contra um funcionalismo estrito. Expressa assim uma abordagem contextual pioneira no âmbito da arquitetura moderna, em contraposição à indiferença ao contexto circundante que não raras vezes a caracterizou.

Registros encontrados: 432

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