Publicações

  • Patrimônio Material - Títulos Diversos

    Sítio Roberto Burle Marx

    Autor: organização Claudia Storino Edição: 2020 Páginas: 307

    O patrimônio cultural, tanto material quanto imaterial, constitui testemunho da história e da identidade de um país, além de ser um valioso ativo econômico e turístico para as cidades. No Brasil, o potencial de geração de riqueza e de externalidades é enorme: são 1.250 patrimônios tombados, entre os quais 85 centros urbanos protegidos, cada um deles com centenas de edificações, podendo-se estimar um total de mais de 5 mil imóveis protegidos. Desses patrimônios, 21 sítios históricos brasileiros obtiveram o reconhecimento máximo internacional com o título de Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
    Em 2020, será a vez de o Sítio Roberto Burle Marx concorrer a esse título, como o maior e mais completo espaço dedicado à pesquisa, à difusão e à preservação do legado cultural de um dos mais importantes nomes da arquitetura e do paisagismo do Brasil. São quase 400 mil m² de área, que abrigam uma das coleções mais importantes de plantas tropicais e semitropicais do mundo, com número superior a 3.500 espécies de plantas nativas e exóticas.

  • Patrimônio Imaterial - Planos de Salvaguarda

    Plano de Salvaguarda da Capoeira no Paraná

    Autor: organização Geslline Giovana Braga, Juliano Martins Doberstein e Vinícius Villela Penna Edição: 2019 Páginas: 41

    Os bens culturais associados à Capoeira – a roda e o ofício de mestres – são reconhecidos como “Patrimônio Cultural do Brasil” desde 2008. Os procedimentos de “Registro” dos bens de natureza imaterial como Patrimônio do Brasil pelo Iphan, exigem políticas de “salvaguarda” como forma de realizar ações concretas em benefício do bem reconhecido como parte das nossas tradições culturais. Um dos objetivos centrais da salvaguarda é garantir a continuidade e o acesso ao bem cultural pelas pessoas e comunidades que detêm e transmitem esse Patrimônio – os seus “detentores” –, além da ampla divulgação e promoção das manifestações culturais registradas como forma de valorização das mesmas junto à sociedade brasileira. No que se refere à titulação referente à Capoeira pelo IPHAN, por sua vez:

    “O objetivo dos Registros da Roda de Capoeira e do Ofício de Mestres de Capoeira foi o de valorizar a história de resistência negra no Brasil, durante e após a escravidão. O reconhecimento da ‘Capoeira’ como patrimônio demarca a conscientização sobre o valor da herança cultural africana. Herança esta que, no passado, foi reprimida e discriminada, inclusive com práticas – como a própria roda de Capoeira – oficialmente criminalizadas durante um período da história do Brasil”. (Cartilha Salvaguarda da Roda de Capoeira e do Ofício dos Mestres de Capoeira: Apoio e Fomento. Brasília/DF: IPHAN, 2017. p. 7)

Registros encontrados: 42

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