Publicações
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Coleções - 20 anos INRC
A vez e as vozes das pioneiras: narrativas sobre a construção de uma identificação a partir das referências culturais
Autor: Iphan Edição: 2022 Páginas: 211Neste volume são apresentados, sob a forma de entrevista, os relatos das profissionais do Iphan responsáveis pela idealização e realização das primeiras experiências de identificação do patrimônio imaterial, bem como pela formulação do INRC e constituição do Departamento do Patrimônio Imaterial.
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Patrimônio Imaterial - Títulos Diversos
Congo do Espírito Santo pesquisa e identificação
Autor: Coordenação Elisa Ramalho Ortigão e José Otávio Lobo Name Edição: 2022 Páginas: 40Em 2014, a Superintendência do Iphan no Espírito Santo, a reboque do processo de reconhecimento estadual do Congo como patrimônio imaterial e das investigações sobre as congadas mineiras, deu início a um levantamento preliminar das bandas de Congo no Espírito Santo. Em 2018, a pesquisa foi estendida para uma segunda etapa, através de um Termo de Execução Descentralizada assinado entre o Iphan e a Universidade Federal do Espírito Santo. A partir disso, ensejou-se uma pesquisa com vistas ao registro do Congo como patrimônio cultural brasileiro, coordenada pelos pesquisadores Elisa Ramalho Ortigão e José Otávio Lobo Name. A pesquisa etnográfica foi a base metodológica do estudo, de forma que as entrevistas e as festas fossem complementadas pelos conhecimentos advindos da convivência qualificada com o universo do congo.
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Patrimônio Material - Títulos Diversos
Autorização e fiscalização: orientações para usuários de bens tombados e em áreas de entorno
Autor: Elisa Machado Taveira; Favio Guimarães Rolim e Rafael Brandão Mendes Edição: 2025 Páginas: 29O Decreto nº 3.551, de 2000, institui o “registro” de bens culturais de natureza imaterial; e a Lei nº 11.483, de 2007, permitiu ao Iphan receber e administrar os bens móveis e imóveis de valor artístico, histórico e cultural oriundos da extinta Rede Ferroviária Federal. Assim, configurou-se o amplo conjunto de bens culturais materiais acautelados, entre os quais cabe ao Iphan “fiscalizar” aqueles tombados, cadastrados, protegidos ou valorados. Para tanto, a Autarquia produziu uma série de regramentos que estabelecem procedimentos padronizados e fluxos processuais, para que os servidores, em todas as Superintendências nos Estados, saibam como atuar e para que cada cidadão saiba o que esperar do Iphan.




