O Iphan no Rio Grande do Norte

Sede da Superintendência do Iphan no RN
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A atuação do Iphan no Rio Grande do Norte teve início com o tombamento da Fortaleza dos Reis Magos, em 1949. Antes de ser criada a Superintendência - em 2009 - havia o Escritório Técnico vinculado a então Coordenadoria do Ceará, na década de 1960. Atualmente, existem 47 bens tombados, pelo Iphan, em nove municípios do Estado, dos quais 37 imagens sacras, nove edificações, e um bem de natureza imaterial - a Festa de Sant´Ana de Caicó.

Dentre esses bens destaca-se o primeiro marco de posse erguido no Brasil pelos portugueses, datado de 1501, conhecido como o Marco Quinhentista de Touros,  fincado no local onde aportou a expedição comandada por Gaspar Lemos, na praia de Touros, no Cabo São Roque. Mais tarde, foi considerada uma pedra milagrosa pelos habitantes que começaram a retirar pedaços para fazer um chá que, supostamente, ajudava na recuperação de doentes. O Marco foi transferido para Natal, a capital do Estado, e está na Fortaleza dos Reis Magos desde 1976, protegido pelo Iphan. 

Sede do Iphan no Estado - O edifício onde funciona a sede do Iphan - Rio Grande do Norte foi construído na década de 1930 em estilo eclético, com porão alto e terraço superior. É um dos mais relevantes e preservados exemplares arquitetônicos do bairro da Ribeira, que compõe a poligonal tombada do centro histórico de Natal. Originalmente, serviu de residência para a família do Major Fortunato Aranha, que fora intendente municipal e destacado empresário da cidade.

Adquirido pela União, em 1968, o edificio passou a abrigar a representação estadual do Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA). Durante o período de 1994 a 1997, sediou a Fundação de Assistência ao Estudante (FAE), quando foi fechado e desde essa época se encontrava sem uso e manutenção adequada. Em 2012, a União cedeu o edifício para o Iphan, que o restaurou. 

 

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