Patrimônio Material - RR

A Igreja e o Exército tiveram grande importância na formação do Patrimônio Cultural do Estado. A Diocese de Roraima detém grande parte dos prédios históricos e do acervo documental, iconográfico e de obras sacras do Estado.  A primeira igreja, de Nossa Senhora do Carmo, foi construída por forte influência dos beneditinos, em 1892. 

A construção do Forte de São Joaquim (1775-1778), na margem esquerda do rio Branco é um marco na ocupação de Roraima. O comandante do Forte, Manuel da Gama Lobo D'Almada, levou a pecuária de gado para a região, e foi em torno da sua fazenda que se desenvolveu o povoamento de Boa Vista, elevado à categoria de cidade em 1926, e hoje capital do Estado. A cidade cresceu em sentido oposto ao rio, em uma planície com vegetação de campos abertos chamada de “lavrado”.

A arquitetura das áreas mais antigas, localizadas às margens do rio Branco, tem como referência o estilo eclético de fins do século XIX e início do XX. Em 1944, a empresa Riobrás Industrial Ltda. ganhou o concurso de projetos para a implantação de um plano urbanístico para a capital do então Território Federal do Rio Branco e elaborou uma planta em formato de leque. O Iphan estuda o tombamento do conjunto urbanístico de Boa Vista, e as ruínas do Forte São Joaquim, no município do Bonfim.

Na Lista de Bens Materiais Tombados e Processos em Andamento (1938 a 2017), que reúne informações sobre todo o Brasil, estão os bens tombados pelo Iphan, no Estado de Roraima.  

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