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Superintendência do Iphan em São Paulo

O Iphan em São Paulo, ou como ficou conhecido popularmente “O Patrimônio”, está presente na história do Estado há mais de oito décadas. Antes mesmo da promulgação do Decreto-Lei nº 25, em 30 de novembro de 1937, que criou o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan), Rodrigo de Melo Franco de Andrade convidou o escritor Mario de Andrade para o cargo de assistente técnico da 6° Região Administrativa. Era o início da atuação do Sphan, em São Paulo, com sede na residência do escritor, à Rua Lopes Chaves, nº 546. No Estado, além do tombamento isolado bens materiais, foram tombadas edificações e espaços públicos da Aldeia de Carapicuíba, Iguape, Vila Ferroviária de Paranapiacaba e São Luiz do Paraitinga. Entre os bens reconhecidos como patrimônio material está um trecho da Mata Atlântica entre São Paulo e Paraná, que recebeu o título de Patrimônio Natural Mundial, concedido pela Unesco, enquanto o patrimônio ferroviário protegido pelo Iphan encontra-se em Avaré, Cruzeiro, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Sumaré. Em 1955, foi tombado o sítio Sambaqui (Barra do Rio Itapitangui) e, nos últimos anos, o Iphan - São Paulo atuou no cadastramento de mais de 1.100 sítios arqueológicos. O Jongo no Sudeste e o Fandango Caiçara são bens imateriais registrados, e a Superintendência também realizou inventários culturais do Bairro do Bom Retiro (pela miscigenação e variedade étnica), da Celebração Tooro Nagashi (da comunidade japonesa), dos Quilombolas do Vale do Ribeira, e do município de São Luiz do Paraitinga.  

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