O Iphan em Tocantins

A criação da Superintendência do Iphan em Tocantins data de 2009, mas a instituição atua no Estado desde a década de 1950, quando o território ainda pertencia a Goiás. Naquela época, o arquiteto Edgar Jacinto, em visita às cidades nascidas durante o período da mineração, registrou a importância de bens móveis nas igrejas de Monte do Carmo e Paranã, e da arquitetura da Casa de Câmara e Cadeia, em Arraias.

A primeira ação de proteção ocorreu em 1987, com o tombamento do patrimônio de Natividade. A partir de 2007, as atividades do Iphan se estenderam aos municípios setecentistas de Porto Nacional, Paranã, Monte do Carmo e Peixe, e também à capital, Palmas. Em 2008, o mapeamento das referências culturais e o tombamento do centro histórico de Porto Nacional consolidaram a política de preservação patrimonial no Estado.

Entre as ações da Superintendência, está a publicação da cartilha Orientações para a Regularização das Casas de Religião de Matriz Africana do Estado do Tocantins com as principais normas para a legalização dessas casas e um passo a passo destinado às organizações religiosas interessadas na regularização de suas atividades; e do Catálogo Amostral de Registros Rupestres em Lajeado e Palmas sobre alguns dos registros rupestres, pinturas e gravuras que formam um rico e complexo patrimônio arqueológico.

Os bens tombados pelo Iphan, no Estado do Tocantins, estão descritos na página 101, da Lista de Bens Materiais Tombados e Processos em Andamento (1938 a 2015), que reúne informações sobre todo o Brasil.

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