Estudantes de Olinda-PE fazem inventário do Patrimônio Cultural
publicada em 19 de setembro de 2012, às 14h01
Olinda, em Pernambuco, foi a segunda cidade brasileira a receber o título de Patrimônio Mundial, da UNESCO. Mas, o que existe na cidade que a torna única em a planta? Além da história em si, o título deve-se a imóveis, igrejas, pontes e ruas distribuídas no sobe e desce das ladeiras. Para levantar e registrar todo esse rico patrimônio, alunos e professores da rede municipal de educação estão trabalhando no inventário de toda a cidade. Desde o início de 2012, eles estão engajados nas ações de educação patrimonial, inseridas nas atividades curriculares do ano letivo nas escolas de turno integral que participam do projeto Mais Educação, do Ministério da Educação (MEC). Este ano, o tema do patrimônio cultural passou a fazer parte do projeto e tem o apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que orienta as atividades.
Os alunos dividem o dia entre as atividades escolares e o trabalho em campo na produção de áudios, fotos, textos e vídeos sobre a história da cidade. No total, a rede de ensino de Olinda possui 43 instituições e concentra 24 mil estudantes. Desses, 15 mil alunos de 28 escolas integram o projeto Mais Educação, que repassa recursos para a elaboração do inventário. Para Olinda, o MEC repassa R$ 6.381 para cada escola envolvida, um recurso utilizado para a aquisição de máquinas fotográficas, HD externo de 500 GB, mp3, tripé e gravadores, além da viabilização de transportes e monitores.
O projeto tem duração de 11 meses. O inventário também poderá participar de concursos na área. Outras informações sobre a parceria entre Iphan e MEC no site do Instituto ou no Blog Educação Patrimonial.
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