Terreiros Tombados

Os terreiros abrigam um universo simbólico rico em tradições como as danças, cantos, poesias (oriquis), mitos, rituais e organizações espaciais que mantêm vivas as memórias ancestrais dos africanos. O Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana 2013-2015 estabeleceu, entre suas metas, o acompanhamento de processos de tombamento dos terreiros existentes no Brasil, com a produção do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC)

Nesse período, foram realizados INRCs que mapearam casas de terreiros do Distrito Federal, além de inúmeras ações em outros estados. Representantes dos povos e comunidades participaram dos inventários na região metropolitana no Rio de Janeiro, Distrito Federal, Florianópolis, e dos estudos realizados em Curitiba (PR), Rio Grande do Sul e Palmas (TO).  Há mais de 30 anos, o Iphan vem reconhecendo esses espaços como Patrimônio Cultural Brasileiro e foram tombados terreiros em Salvador, Itaparica e Cachoeira (BA) e São Luís (MA).

Salvador (BA)
Casa Branca do Engenho Velho 
Axé Opô Afonjá 
Ilê Iyá Omim Axé Iyamassé (Gantois) 
Ilê Maroiá Láji (Alaketo) 
Bate-Folha 
Ilê Axé Oxumaré

Itaparica (BA)
Omo Ilê Agboulá  

Cachoeira (BA)
Terreiro Zogbodo Male Bogun Seja Unde (Roça do Ventura) 

São Luís (MA)
Casa das Minas Jeje 

 

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