Publicações

  • Artesanato: Cinco Pontos para Discussão

    Autor: Ricardo Lima Edição: 2005 Páginas: 12

     

     

     

  • Prêmio Teatro de Bonecos Popular do Nordeste

    Autor: Departamento de Patrimônio Imaterial Edição: 2016 Páginas: 80

    Publicação: Iphan

    O Brasil é o único país das Américas que apresenta um patrimônio com feitio de tradição teatral encenada com bonecos e realizada por artistas populares. Artistas estes que pela vultuosidade de sua atuação são reconhecidos como mestres. Embora o mestre bonequeiro seja o protagonista desta forma de expressão, a performance nunca é solitária: por detrás de suas toldas, os bonecos ganham alma e personalidade em suas mãos e também se tornam protagonistas da cena, demonstrando a intrínseca relação entre bonequeiro e boneco e o modo como a “brincadeira” é, na verdade, uma devoção.

  • Recife – Mercado de São José

    Autor: Iphan/Programa Monumenta Edição: Edição: 2010 Páginas: 16

    Publicação: Iphan/Programa Monumenta/Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)

    A série de publicações Rotas do Patrimônio – Uma viagem através da história apresenta roteiros completos com dicas de locais para visitação, lazer, compras e gastronomia nas cidades históricas. O Mercado de São José localiza-se no bairro de São José, centro de Recife, em frente à Igreja Nossa Senhora da Penha. É um dos pontos centrais do tradicional comércio de rua  desse bairro, onde é possível encontrar o mais típico artesanato da cidade, além da gastronomia. Pela singularidade e importância histórica e cultural, é destino certo de visitantes e turistas. No século XIX - inspirado no projeto do mercado público em ferro de Grenelle, em Paris (França) -, o engenheiro francês Victor Lieutier, contratado pela Câmara Municipal de Recife, elaborou o projeto de um mercado para a área. Edição bilíngue (português/inglês).

  • Plano de Salvaguarda: Jongo no Rio de Janeiro

    Autor: Iphan Edição: 2025 Páginas: 43

    Em abril e junho de 2024, no âmbito do ciclo de oficinas para a salvaguarda do Jongo no Rio de Janeiro, o Plano de Salvaguarda foi validado em reunião presencial com as lideranças jongueiras, tendo sido também definidas as ações prioritárias. Além disso, parceiros da salvaguarda foram mobilizados, tendo também se comprometido a apoiar algumas das ações propostas. Porém, destacamos que o Plano de Salvaguarda é um documento vivo e deverá, por esse motivo, ser constantemente revisado, atualizado e complementado ao longo dos próximos anos, de maneira a refletir cada vez mais as demandas, os planejamentos e as parcerias para a salvaguarda do jongo no estado do Rio de Janeiro.

  • Patrimônio Cultural e Desenvolvimento Sustentável Anais – Vol. 3

    Autor: Luiz Philippe Torelly Edição: 2012 Páginas: 70

    Esta publicação dá continuidade à coleção Anais, inaugurada com os volumes sobre o I Encontro da Casa de Samba de Santo Amaro da Purificação (2007) e o I Fórum Nacional do Patrimônio Cultural (2009), em Ouro Preto (MG). O objetivo é divulgar e promover a reflexão sobre os temas debatidos no Encontro de Especialistas em Patrimônio Mundial e Desenvolvimento Sustentável (2012). O estabelecimento de políticas públicas ambientalmente sustentáveis e a ampliação e qualificação da proteção ao patrimônio cultural mantêm uma relação muito estreita. Com a expansão do conceito de patrimônio cultural nas últimas décadas, observa-se que as políticas de preservação não estão apenas vinculadas ao conceito de excepcionalidade, mas, principalmente, ao exercício da cidadania, e passaram a considerar a dimensão territorial desse patrimônio. 

  • Carta de Nova Olinda - I Seminário de Avaliação e Planejamento das Casas do Patrimônio

    Autor: IPHAN Edição: 2010 Páginas: 12

    Publicação: Iphan 

    Os participantes do seminário - realizado em 2009, na Fundação Casa Grande/Casa do Patrimônio, em Nova Olinda (CE) - elaboraram o documento final do encontro que documento representa a culminância de um conjunto de investimentos feitos pela área de Promoção do Patrimônio Cultural Brasileiro, do Iphan, desde 2000. O objetivo é estruturar e consolidar um campo de trabalho para as ações educativas voltadas para o conhecimento e a preservação do patrimônio cultural brasileiro.

  • Manual de Intervenção em Jardins Históricos - 1ª Edição

    Autor: Iphan/Programa Monumenta Edição: 1999 Páginas: 69

    Publicação: Iphan/Programa Monumenta

    O Manual de Intervenção em Jardins Históricos tem como público-alvo os técnicos do Iphan, dos órgãos estaduais e administrações municipais ou profissionais liberais envolvidos com a preservação. Está direcionado, também, às empresas de restauração, proprietários e usuários de espaços de valor cultural que estejam submetidos a qualquer forma de proteção. Aborda, especificamente, os locais caracterizados como jardins históricos e os chamados entornos de monumentos tombados e procura orientar as ações necessárias ao cuidado desses jardins. 

  • Roteiros 7 - Engenhos do Recôncavo Baiano

    Autor: Esterzilda Berenstein de Azevedo Edição: 2009 Páginas: 140

    Publicação: Iphan/Programa Monumenta

    O sétimo título desta série propõe aos leitores interessados no patrimônio arquitetônico nacional uma viagem por alguns dos monumentos remanescentes da arquitetura do açúcar na Bahia. Os conjuntos tradicionais ali instalados com suas casas-grandes, capelas, fábricas e senzalas são descritos em minúcia e com muitas imagens, inclusive as dos vestígios que ainda podem ser visitados.

  • Revista do Patrimônio nº 30

    Autor: Iphan Edição: 2002 Páginas: 294

       

  • Dossiê 11 - Modo Artesanal de Fazer Queijo de Minas

    Autor: DPI/Iphan Edição: 2014 Páginas: 140

    Publicação: Iphan

    Fazer e comer queijo são parte do modo de ser mineiro. A produção artesanal de queijos de leite cru é uma atividade tradicional, enraizada no cotidiano de fazendas e sítios de Minas Gerais, e remete ao processo de ocupação desse território, durante os séculos XVII e XVIII. Esta publicação apresenta narrativa que abrange cidade e vilas das microrregiões do Serro, Canastra, Serra do Salitre, Alto Paranaíba, Araxá, serras do sul de Minas, Campo das Vertentes, e retrata a tradição e os modos de fazer de um queijo reconhecido mundialmente. Um vasto repertório de conhecimentos tradicionais que inclui as formas de comercialização e consumo desses queijos artesanais também compõe mais um Dossiê produzido pelo Iphan.

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