Publicações
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Revista do Patrimônio nº 33
Autor: Iphan Edição: 2007 Páginas: 344 -
N.4 - Educação Patrimonial e cultura digital: uma proposta em extensão universitária
Autor: Luciana Chianca, Marinalda Pereira de Araújo, Patricia de Araújo Leandro, Mohana Ellen Brito Rodrigues de Morais, Jessyca Marins e Aldenise Batista Silva Edição: 2014 Páginas: 23 -
O restauro na atualidade e a atualidade dos restauradores
Autor: Julia Miranda Aloise Edição: 2015 Páginas: 20A noção de patrimônio atual mudou muito – óbvia e naturalmente – em relação aos primórdios de sua elaboração e desenvolvimento. Também é natural que, no seu ensejo, tenham se modificado as teorias e práticas de preservação e restauração daquele. Jamais há de convir deixar de lado a produção dos grandes teóricos da história do restauro como Viollet-le-Duc, Ruskin, Riegl e Brandi, e os discursos (que não chegaram a configurarem-se em teorias) de técnicos como Boito, Giovannoni, Roberto Pane e outros. Ainda assim, a ampliação desta noção de patrimônio - tão calcado na instância histórica e artística até meados do século XX – para um patrimônio cultural, aliada à ampliação do alcance desta noção em função do fenômeno da globalização (LAGUNES, 2011), faz necessária uma interpretação cuidadosa e readequada para a contemporaneidade – e para as especificidades locais - deste repertório, a cada ocasião de intervenção.
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Arqueologia industrial ou arqueologia da industrialização? Mais que uma questão de abrangência.
Autor: Beatriz Valladão Thiesen Edição: 1a. Páginas: 6 -
Solar da Imperatriz
Autor: Alda Heizer (organização) Edição: 2011 Páginas: 124Publicação: Jardim Botânico do Rio de Janeiro
O livro sobre o Solar da Imperatriz, atual Escola Nacional de Botânica Tropical, é o resultado de pesquisa realizada por especialistas em diferentes áreas, e não esgota o tema proposto, ao contrário, abre caminhos para novas reflexões. Assim, esta obra pretende indicar possibilidades de desdobramentos futuros, apontar questões entre um passado não tão recente e a atualidade, tal como assinalar a importância de um monumento que é parte integrante do patrimônio material e imaterial do Brasil, mesclando história, arquitetura, paisagismo, restauração e biodiversidade para assinalar a importância da edificação.
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Comunicação e Cidades Patrimônio Mundial no Brasil
Autor: Jurema Machado e Sylvia Braga Edição: 2010 Páginas: 136Publicação: Unesco/Iphan
Esta publicação enfoca, de maneira objetiva e concisa, um largo espectro de temas relacionados à gestão do patrimônio e do turismo cultural, de interesse tanto de gestores públicos como da comunidade e do setor privado local. O objetivo é alcançar um público heterogêneo e de perfil generalista, com um conjunto de orientações básicas, muitas delas de aplicação imediata e aplicáveis aos problemas ou equívocos mais frequentes sobre questões relacionadas ao Patrimônio Cultural Brasileiro. Entre os capítulos estão: Turismo, Patrimônio Cultural e Requalificação Urbana; Imagem, Informação e Promoção Turística dos Sítios Patrimônio Mundial; e Educação para o Patrimônio.
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Recife - Igreja de São Pedro dos Clérigos
Autor: Iphan/Programa Monumenta Edição: Edição: 2010 Páginas: 16Publicação: Iphan/Programa Monumenta/Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)
A série de publicações Rotas do Patrimônio – Uma viagem através da história apresenta roteiros completos com dicas de locais para visitação, lazer, compras e gastronomia nas cidades históricas. Localizada no Bairro de São José, centro de Recife, a Igreja de São Pedro dos Clérigos e seu pátio são considerados um dos conjuntos arquitetônicos e urbanísticos mais expressivos da cultura barroca em Pernambuco. Situa-se em um bairro que mantém o caráter popular e suas ruas são palco de um comércio vivo e pulsante. É considerado um dos locais mais privilegiados do carnaval pernambucano, sede do Galo da Madrugada, o maior bloco de carnaval de rua do mundo. Edição bilíngue (português/inglês).
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Vale do Amanhecer - Inventário Nacional de Referências Culturais
Autor: Deis Siqueira, Marcelo Reis, Jairo Zelaya Leite e Rodrigo M. Ramassote Edição: 2010 Páginas: 280Publicação: Iphan/Superintendência no Distrito Federal
Situado na Região Administrativa de Planaltina – RA VII, de Brasília (DF), onde vivem milhares de pessoas entre “médiuns residentes” e outos habitantes sem filiação com a doutrina, o Vale do Amanhecer é o nome pelo qual é conhecida a comunidade religiosa oficialmente denominada Obras Sociais da Ordem Espiritualista Cristã (OSOEC). Historicamente, seu percurso confunde-se com a vida da médium Neiva Chaves Zelaya, popularmente conhecida como Tia Neiva. Entre os inventarios realizados pelo Iphan, no Distrito Federal, está o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) do Vale do Amanhecer.
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Ceilândia, minha quebrada é maior que o mundo : caderno de apoio
Autor: Ana Carolina Lessa Dantas e Vinicius Prado Januzzi Edição: 2020 Páginas: 21O Caderno de Apoio é uma publicação virtual que acompanha Ceilândia, minha quebrada é maior que o mundo. Nela, são listados conteúdos de referência dessa obra, com indicações de textos, materiais audiovisuais e links relevantes em educação patrimonial. O objetivo é permitir que professores, técnicos e interessados possam trabalhar mais profundamente temas discutidos no livro, relacionados ao patrimônio cultural, à educação patrimonial e a tensões sociais no espaço urbano.
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Plano de Salvaguarda: Banho de São João de Corumbá e Ladário
Autor: Iphan Edição: 2025 Páginas: 64O Banho de São João é uma celebração religiosa e festiva que acontece na passagem do dia 23 para o dia 24 de junho nos municípios de Corumbá e Ladário no Mato Grosso do Sul. O momento que distingue essa
festa pantaneira ocorre quando uma série de procissões se dirige até o rio Paraguai e banha a imagem de São João Batista nas águas do rio. Esse momento festivo de verter água sobre São João transforma o rio Paraguai nas águas milagrosas do Rio Jordão, onde o santo foi batizado.




